Subscrições zombie: o que são e como cortá-las

Tens uma subscrição zombie e provavelmente nem sabes. Uma subscrição zombie é um serviço que pagas todos os meses mas que não usas — continua a debitar na tua conta em piloto automático, silenciosamente, como um morto-vivo que se recusa a desaparecer. O ginásio que abandonaste em fevereiro. O streaming que não abres há dois meses. A app premium cujo trial acabou e tu nunca cancelaste.

Os números são brutais: o português médio tem 2,4 subscrições que não usa. São cerca de €18/mês a ir para o lixo — ou €216/ano. Dinheiro que literalmente desaparece da tua conta sem que vejas, uses ou penses nele.

2,4
Subscrições não usadas (média)
€18
Desperdiçados por mês
€216
Perdidos por ano

As subscrições zombie mais comuns em Portugal

Se te revês em pelo menos uma destas, não estás sozinho. Estas são as subscrições zombie mais frequentes entre os portugueses:

💡 Regra rápida: Se não usaste um serviço na última semana, e ele não é sazonal (tipo seguro ou SCUT), é provavelmente uma subscrição zombie.

Como identificar as tuas subscrições zombie

Não precisas de uma app nem de uma folha de cálculo. São 3 passos e demoras menos de 10 minutos:

  1. Abre o extrato bancário dos últimos 3 meses. Vai ao homebanking ou à app do teu banco. Não vale fazer de cabeça — precisas de ver os débitos reais. Três meses é o mínimo porque algumas subscrições são trimestrais.
  2. Marca tudo o que é débito recorrente. Qualquer coisa que aparece todos os meses (ou todos os trimestres) com o mesmo valor: telecoms, streamings, ginásio, apps, cloud, delivery, seguros. Faz uma lista.
  3. Para cada um pergunta: "Usei isto na última semana?" Se a resposta for "não" e não for algo sazonal ou essencial (como um seguro), tens um zombie nas mãos. Marca-o a vermelho.

💡 Dica: Procura também débitos pequenos que ignoras — €2,99 do iCloud, €1,99 de uma app qualquer. Sozinhos parecem nada, mas juntos somam-se rapidamente.

Quanto poupas se cortares

Aqui está o impacto real de cortar as subscrições zombie mais comuns. Estes são valores típicos em Portugal:

Subscrição zombieCusto/mêsPoupança/ano
Ginásio não usado€29,90€359
Streaming extra€8,99€108
App premium esquecida€12,99€156
Cloud storage desnecessário€2,99€36
Total potencial~€55€659

Claro, nem toda a gente tem todas estas. Mas mesmo cortando apenas uma ou duas, o impacto é real. O cenário mais comum — ginásio + streaming extra — já te devolve €467/ano. São umas férias curtas. Ou 2 meses de supermercado para uma pessoa.

💡 O mínimo dos mínimos: O português médio com 2,4 subscrições zombie poupa pelo menos €216/ano (€18/mês) ao cortá-las. Sem mudar hábitos, sem sacrifício — porque não estavas a usar de qualquer forma.

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A psicologia por trás: porque não cancelas

Se é tão óbvio, porque é que não cancelas? Não é preguiça (quer dizer, também é). Há razões psicológicas reais que te mantêm a pagar por coisas que não usas:

As empresas de subscrição conhecem todos estes mecanismos. Os processos de cancelamento complicados não são um bug — são uma feature. Contam com a tua inércia.

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Perguntas frequentes

Subscrições zombie são serviços pelos quais pagas mensalmente mas que não usas — continuam a debitar no teu cartão ou conta bancária em piloto automático, sem que te apercebas ou te dês ao trabalho de cancelar.
Em média, o português tem 2,4 subscrições que não usa, o que representa cerca de €18 por mês ou €216 por ano desperdiçados em serviços que não utiliza.
Abre o extrato bancário dos últimos 3 meses, identifica todos os débitos recorrentes e para cada um pergunta: usei isto na última semana? Se a resposta for não, é provavelmente uma subscrição zombie que podes cancelar.
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